Vigilância em saúde lança nova operação nos bairros de ST

O núcleo de Vigilância em Saúde de Serra Talhada inaugurou, nesta terça-feira (11), mais uma operação, agora, para amenizar o índice de infestação de muriçocas nos bairros. A iniciativa começou pela mata do bairro do Ipsep, localizada nas proximidades da creche que está sendo construída no local. De acordo com o coordenador do núcleo, Aron […]

12 de junho de 2013 | 19:45

O núcleo de Vigilância em Saúde de Serra Talhada inaugurou, nesta terça-feira (11), mais uma operação, agora, para amenizar o índice de infestação de muriçocas nos bairros. A iniciativa começou pela mata do bairro do Ipsep, localizada nas proximidades da creche que está sendo construída no local. De acordo com o coordenador do núcleo, Aron Lourenço, as ações combaterão os principais focos do inseto em todos os bairros da cidade cumprindo três etapas.Saúde 1

“Estas fases são essenciais para combater a evolução do mosquito desde o momento do ovo, depois que passa à larva, pupa e o inseto adulto”, comentou Lourenço, alertando que as ações da vigilância servem de norte para que o prefeito planeje ações estruturadoras. “De acordo com o nosso diagnóstico, pode-se definir onde será possível investir em obras de saneamento, por exemplo”, detalhou o coordenador do Núcleo de Vigilância.

Nesta primeira etapa de trabalho, o núcleo atua em parceria com a Secretaria de Serviços Públicos. A missão da equipe será roçar todo o matagal para desobstruir valas com o intuito de evitar água parada, que é um dos grandes atrativos para a muriçoca. “Desse modo, nós vamos conseguir também dificultar a oviposição do mosquito, para que a água fique corrente”, anuncia Aron Lourenço.

Depois, o segundo passo será aplicar o larvicida em todas as valas e poças expostas a céu aberto nos bairros. Seguindo este passo, a prefeitura inicia o trabalho de aplicação do chamado carro fumacê. “Nosso núcleo já rastreou quais são os principais focos do mosquito em cada bairro e vamos combatê-los”, disse o coordenador da Vigilância. Ele deixa claro que essas ações não visam combater o Aedes Aegypti. “Pois o foco de atuação do inseto da dengue é totalmente domiciliar”, diferenciou Aron Lourenço.

PEDIDO À POPULAÇÃO

O chefe do Núcleo da Vigilância em Saúde faz um apelo à população para que evite colocar lixo em valas e poças visando conter a correnteza natural dos córregos. “Porque é justamente na água parada que a muriçoca atua. Detectamos muita gente jogando lixo nesses pontos e obstruindo as passagens”, alertou.